
(…)O livro oferece mais de 70 crônicas que transformam o cotidiano em reflexões profundas e emocionantes.
(…)A obra combina humor, poesia e crítica social, tornando a leitura envolvente e multifacetada.
(…)Maria Ribeiro escreve com autenticidade e sensibilidade, aproximando o leitor de sua visão íntima da vida.
(…)Com prefácio de Anitta e posfácio de Caetano Veloso, o livro é um marco na crônica contemporânea brasileira.
Não sei se é bom, mas é teu
Escrito por:“ Maria Ribeiro
O lançamento de “Não sei se é bom, mas é teu”, de Maria Ribeiro, pela Editora Record, marca o retorno de uma das vozes mais originais da literatura brasileira contemporânea.
Reunindo textos escritos ao longo de quase dez anos, o livro apresenta mais de 70 crônicas que exploram desde cenas triviais da vida até os grandes acontecimentos que moldam nosso tempo. É uma obra que não se limita ao registro pessoal, mas expande suas fronteiras para dialogar com o coletivo e o político, sempre através de um olhar intimista e sensível.
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O que torna este livro especial é a forma como Maria Ribeiro constrói pontes entre sua experiência individual e a vivência de seus leitores. Cada texto funciona como uma lente que amplia o valor das pequenas coisas, revelando nelas significados universais. Há uma busca constante por beleza, mesmo nos momentos de dor ou incerteza, e essa perspectiva confere às crônicas uma força emocional que prende o leitor do início ao fim.
Outro aspecto relevante é a pluralidade de temas abordados. A autora transita com naturalidade entre reflexões sobre a vida privada, comentários culturais e observações políticas. Essa amplitude de interesses é reforçada pela sua trajetória multifacetada: atriz, documentarista, colunista e escritora. Tudo isso se reflete na escrita, que é rica em referências e marcada por uma voz única, capaz de unir humor, crítica e lirismo.
Não é por acaso que nomes de peso como Zuenir Ventura, Gregório Duvivier e Caetano Veloso manifestaram tanto apreço pela obra. Os depoimentos que acompanham o livro não apenas legitimam a relevância de Maria Ribeiro, mas também evidenciam o impacto de sua escrita sobre diferentes gerações. Como destacou Gregório Duvivier, trata-se de “um livro de amor a granel, em escala industrial”, uma definição que captura bem a generosidade e a vitalidade presentes em suas páginas.
Em termos de linguagem, Maria Ribeiro aposta na simplicidade sem abrir mão da profundidade. O tom coloquial aproxima o leitor, criando a sensação de um diálogo íntimo, quase confessional. Essa escolha estilística é uma das razões pelas quais o livro se torna tão envolvente: ele não apenas narra, mas compartilha. O leitor se sente parte de um processo de reflexão, como se cada crônica fosse uma conversa ao pé do ouvido.
“Não sei se é bom, mas é teu” é um livro que resiste à leitura apressada. Cada crônica convida à pausa, ao exercício de contemplação e ao reconhecimento da vida em sua pluralidade. É um convite à sensibilidade em tempos acelerados, uma proposta de desaceleração e reconexão com o essencial. A estreia de Maria Ribeiro na Editora Record, portanto, não é apenas mais um lançamento literário, mas um acontecimento cultural que reafirma a relevância da crônica no cenário brasileiro atual.
Para leitores que buscam não apenas entretenimento, mas também reflexão e afeto, esta obra se apresenta como uma escolha indispensável. Maria Ribeiro mostra que escrever é, antes de tudo, um ato de generosidade e coragem.
“Não sei se é bom, mas é teu” é um título provocador, mas a verdade é que o livro é bom, sim – e é de todos nós, leitores que nele encontraremos espelhos, afetos e novos olhares para a vida.
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📚#TRECHOS – “Não sei se é bom, mas é teu” por Maria Ribeiro
…Maria percebeu que cada pequeno gesto carregava uma história maior do que ela imaginava.
…O cotidiano se tornava extraordinário quando olhado com atenção, mesmo nas manhãs mais comuns.
…Havia uma beleza sutil nas conversas que pareciam banais, mas que guardavam memórias profundas.
…A transformação do Brasil e da própria autora se entrelaçava em cada reflexão sobre o tempo.
…Aprender a rir de si mesma era, para Maria, uma forma de resistir ao caos do mundo.
…A amizade, o afeto e a conexão humana eram forças silenciosas que moviam seus dias.
…Cada cidade visitada e cada pessoa encontrada se tornavam lições inesperadas de vida.
…O olhar clínico sobre a dramaturgia da vida revelava nuances que passariam despercebidas para outros.
…Mesmo diante de incertezas, a esperança e a busca pela beleza nunca eram abandonadas.
…Escrever era mais que um hábito, era um ato de resistência e autoconhecimento.
…No fim de cada texto, ficava a sensação de que ler e viver eram experiências inseparáveis.
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📖 PERGUNTAS FREQUENTES sobre ‘Não sei se é bom, mas é teu’ de Maria Ribeiro
Qual é a temática principal do livro “Não sei se é bom, mas é teu” de Maria Ribeiro?
O livro reúne mais de 70 crônicas escritas ao longo de quase uma década, explorando a vida cotidiana, reflexões pessoais e transformações sociais. Maria Ribeiro combina sensibilidade, humor e observação crítica, tornando cada texto uma experiência única de leitura.
Quem é Maria Ribeiro, autora de “Não sei se é bom, mas é teu”?
Maria Ribeiro é atriz, escritora e documentarista brasileira, com formação em jornalismo pela PUC-Rio. Sua carreira inclui filmes premiados, documentários, colunas em jornais e revistas, e livros de crônica que destacam seu olhar sensível sobre a vida e a cultura brasileira.
Por que “Não sei se é bom, mas é teu” é considerado relevante na crônica brasileira?
O livro destaca-se pela autenticidade e oralidade da escrita, aproximando o leitor de reflexões sobre a vida cotidiana e a sociedade brasileira. Com prefácio de Anitta e posfácio de Caetano Veloso, a obra consolida Maria Ribeiro como uma das vozes mais marcantes da crônica contemporânea.
Quais são os principais temas abordados nas crônicas do livro?
As crônicas tratam de cotidiano, relações humanas, transformação social, cultura e política, sempre com um olhar intimista. Maria Ribeiro consegue unir experiências pessoais a reflexões universais, tornando o livro acessível e emocionalmente envolvente.
Como o estilo de escrita de Maria Ribeiro influencia a experiência de leitura?
Com linguagem próxima da oralidade e tom coloquial, Maria cria uma sensação de diálogo direto com o leitor. Cada crônica combina humor, poesia e crítica social, aproximando a narrativa do cotidiano e tornando a leitura envolvente e reflexiva.
O livro “Não sei se é bom, mas é teu” já recebeu elogios de outros artistas?
Sim, personalidades como Caetano Veloso, Anitta, Zuenir Ventura e Gregório Duvivier destacam a sensibilidade, coragem e autenticidade da autora. Esses elogios reforçam a importância cultural e literária da obra.
Por que vale a pena ler “Não sei se é bom, mas é teu”?
O livro oferece reflexões sobre o cotidiano, afeto, esperança e a busca pela beleza em pequenos momentos. É uma leitura envolvente e emocional, ideal para quem aprecia crônicas de qualidade que combinam observação perspicaz e narrativa íntima.
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Conheça o Autor
Maria Ribeiro é uma das vozes mais marcantes da literatura e do audiovisual brasileiro. Atriz premiada, trabalhou em peças, novelas e filmes de grande destaque, como Capitu e Tropa de Elite.
Além da atuação, é escritora e documentarista, com obras publicadas no Brasil e em Portugal. Sua produção abrange textos jornalísticos, livros de crônica e roteiros, refletindo seu olhar sensível sobre a vida e a cultura brasileira.
Detalhes do livro
Editora: Record. Data da publicação: 18 agosto 2025. Edição: 1ª. Idioma: Português. Número de páginas: 176 páginas. ISBN-10: 8501923990. ISBN-13: 978-8501923998. ASIN: B0FH7PB7K4. Peso do produto: 260 g. Dimensões: 13.5 x 1.4 x 20.5 cm.




